23 de Abril de 2026

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Jamieson Greer insta a aumentar a competitividade produtiva da América do Norte

23 abril, 2026
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Jamieson Greer Urges Efforts to Boost North America’s Productive Competitiveness 
Photo: Government of Mexico. The Undersecretary of Foreign Trade of the Ministry of Economy, Luis Rosendo Gutiérrez Romano, and the Deputy United States Trade Representative (USTR), Jeffrey Goettman, met in Mexico City to continue talks.

Jamieson Greer, representante comercial da Casa Branca, instou os empresários mexicanos a aumentar a competitividade produtiva da América do Norte.

A mensagem foi transmitida em uma reunião realizada na última segunda-feira com empresários e dirigentes de câmaras e organismos empresariais na Cidade do México. Isso fez parte da segunda rodada de negociações formais sobre a revisão do T-MEC.

Competitividade produtiva da América do Norte

Em uma carta enviada a Greer, no último dia 14 de abril, o Conselho Coordenador Empresarial (CCE), o Conselho Nacional da Indústria Manufatureira de Exportação (Index) e a Confederação das Câmaras Industriais (Concamin) afirmaram que a produção conjunta entre o México e os Estados Unidos, baseada na vantagem comparativa, é “fundamental para a competitividade norte-americana”.

Essas entidades empresariais destacaram que o México não é apenas o mercado mais importante para os produtos norte-americanos. Elas também indicaram que a integração entre os dois países melhora a competitividade da região.

Integração regional

Nas últimas décadas, o México e os Estados Unidos fortaleceram seus laços comerciais. Além disso, esses laços se expandiram ainda mais com a assinatura do T-MEC.

Como resultado, há uma transformação de ambas as economias em uma estrutura de produção regional integrada. Segundo essas três representações do setor privado, isso “abre caminho para o sucesso global”. 

O México se consolidou como o mercado mais importante para os Estados Unidos. De fato, as exportações americanas para o México superam a soma das remessas para os quatro principais mercados asiáticos: China, Japão, Coreia do Sul e Taiwan. Da mesma forma, elas ultrapassam o total exportado para os seis maiores destinos da União Europeia: Países Baixos, Alemanha, França, Itália, Bélgica e Espanha.

Além disso, o México é o principal mercado para 24 setores industriais dos Estados Unidos, incluindo os setores de carne e pecuária, laticínios, grãos, açúcar, petróleo e gás, química, plásticos, têxtil, peças automotivas, siderurgia e alumínio. O México também é o primeiro ou segundo destino das exportações de 26 estados dos Estados Unidos.

A carta foi enviada por José Medina Mora, presidente do CCE; Alejandro Malagón Barragán, presidente da Confederação das Câmaras Industriais dos Estados Unidos Mexicanos (Concamin); e Humberto Martínez Cantú, presidente do Conselho Nacional da Indústria Maquiladora e Manufatureira de Exportação (Index).

 

Imagen cortesía de Redacción Opportimes | Opportimes